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Colombia: Noticias
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09/10/2008
Latinoamérica lhe aposta ao emprendimiento
Se levou a cabo o 1er Simpósio Latinoamericano de Emprendimiento, o qual contou com a participação de conferencistas de Peru, Chile, Equador, Brasil, Colômbia e Canadá.
Os participantes coincidiram que o que o emprendimiento é o motor da economia nos países latinoamericanos e que agora é o momento das pequenas empresas.
O convidado central do evento foi o professor canadense Louis Jacques Filion do HEC Montreal. "Não são os recursos naturais os que enriquecem e fortalecem as economias dos países senão o potencial empresarial que tenham", afirmou.
Neste contexto, as corporações devem aproveitar e tomar em conta as novas propostas de seus empregados num processo que Filion chama intra empresarial. Assim, não se trata só de prestar atendimento às atividades comuns dirigidas a melhorar os processos externos e as relações com o cliente senão que nasce um chamado para olhar para adentro da organização.
Este tipo de gerência (management) implica que os empregados percebam oportunidades para ser reconhecidos, o desenho e implementação de projetos, a inovação, o manejo de riscos e o valor agregado.
A seu modo de ver, uma pessoa com um perfil intra empresarial se enfoca no cliente, é um agente passivo que atua, recompensa o sucesso, compartilha os ganhos de suas ações e valoriza a presença de empresários dos quais aprende modos de fazer e os reinventa.
Para o professor canadense, em 10 anos Chinesa vai localizar na cume do mundo da tecnologia, de tal maneira que todo o potencial de subcontratação ficaria em mãos de outros países. "É aí onde Brasil pode expandir-se economicamente e diminuir sua pobreza, ao ocupar-se dessas subcontratações e ao educar aos residentes de favelas para fazer-se cargo delas" , comentou ao argumentar que em grandes cidades o processo é demasiado complicado, dados os altos níveis de insegurança e violência.
Para o professor José Aranha da Pontifícia Universidade Católica de Brasil, PUC, as universidades devem comprometer-se para fortalecer as iniciativas de criação de empresa e emprendimiento, de tal maneira que se convertam em facilitadoras no processo de crescimento econômico dos países latinoamericanos, postura com a qual concorda Karen Wernberger, professora da Universidade do Pacífico de Peru.
Por sua vez, Rodrigo Varela da Universidade Icesi de Colômbia disse que a clave desta nova tendência se encontra no estímulo que os empreendedores tenham para inovar e criar novos conceitos de empresa. "Uma pessoa pode ter todos os conhecimentos e capital necessários para ter sua própria empresa, mas isso não basta. É preciso que os jovens tenham visão e se imaginem a eles mesmos como empresários".
No simpósio também participaram Patricio Cortés da Universidade do Desenvolvimento de Chile, José Aranha da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Brasil, Jaime Ocampo da Universidade de São Francisco de Quito de Equador, Karen Wernberger da Universidade do Pacífico de Peru e Rodrigo Varela da Universidade Icesi, de Colômbia.
O evento se levou a cabo na Fundação Dom Cabral (FDC) em Brasil, a qual é a 16ta melhor escola de negócios do mundo, segundo o jornal econômico Financial Times.
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