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24/11/2008
Relação entre chefes e empregados afeta o rendimento de uma companhia
A hipocrisia, o não cumprimento, a altanería e a grosseria são as características que mais lhes molestam aos trabalhadores colombianos de seus superiores.
Assim o revela um estudo realizado por elempleo.com, para conhecer como é a relação trabalhista entre os chefes e empregados. A consulta se fez por meio de Internet a 4 mil pessoas de todos os níveis organizacionales.
O 44 por cento dos interrogados diz ter uma relação cordial com seu superior e o 20 por cento opina que é amável. Pelo contrário o 25 por cento das pessoas conferidas crê que é tensionante e o 11 por cento sustenta que é distante.
De acordo com Claudia Fernández, chefe Comercial de elempleo.com, as diferenças entre chefes e trabalhadores se podem apresentar por duas razões: a primeira delas é pela falta de comunicação entre os integrantes de uma companhia e a segunda por não ter claros os objetivos organizacionales que se querem atingir.
Quanto às situações que molestam aos empregados de seus superiores, a hipocrisia é a característica que lidera esta consulta com o 30 por cento, segue a altanería com 22 por cento, o não cumprimento com 21 por cento, a grosseria com 19 por cento e, em menor medida, o roubo de créditos com 13 por cento. As pessoas que responderam esta pergunta podiam eleger mais de uma opção.
"Os maus chefes se caracterizam por ser arbitrários, autoritários, impõem as funções e nunca tem argumentos para sustentar suas idéias", comenta Claudia Fernández.
Por sua vez, Catalina Aldana chefe Comercial de elempleo.com, assegura que a falta de coordenação de atividades e a ausência de credibilidade do chefe para seus subalternos são as principais causas para gerar conflitos nas organizações.
As pessoas conferidas também opinaram sobre as características que deve ter um superior ideal, segundo os interrogados as principais fortalezas têm que ser liderança (80 por cento) e carisma (66 por cento). Outros pontos a favor que devem ter os superiores são criatividade (42 por cento), experiência trabalhista (43 por cento) e formação acadêmica (43 por cento). Cada interrogado tinha a opção de selecionar mais de uma resposta.
Claudia Fernández, agrega que "um bom superior deve ser líder, conhecer a seu grupo de trabalho, escutar as opiniões de seus colaboradores e potencializar as habilidades de cada membro de sua equipe".
Quanto a se os homens são melhores chefes que as mulheres, Claudia Fernández, comenta que não é questão de gênero, todas as pessoas estão na capacidade de desenvolver certas concorrências para ser um bom líder.
Neste sentido, o estudo de elempleo.com revela que o 58 por cento dos interrogados preferiria ter a um homem como chefe imediato, enquanto ao 16 por cento lhe agradaria que seu superior fora mulher como superior, por sua vez o 26 por cento dos conferidos considera que o gênero lhe é indiferente.
Assim mesmo o 75 por cento das pessoas conferidas por elempleo.com reconheceram que uma má relação entre chefes e trabalhadores pode afetar a produtividade de uma empresa. Só um 18 por cento crê que pouco e o 7 por cento opina que não influi nada.
"Quando se apresentam diferenças de critérios entre os membros de uma empresa, prejudicam-se diretamente os resultados corporativos e o rendimento trabalhista", explica Catalina Aldana.
À pergunta, tem as capacidades para realizar o trabalho de seu atual chefe? o 65 por cento dos interrogados respondeu que si. No entanto, o 35 por cento restante crê que não esta nas condições de fazer as funções de seu superior.
Finalmente, Claudia Fernández assegurou que para ter uma boa relação com os chefes é importante que o trabalhador este disposto a aprender, aceite a retroalimentação tanto positiva como negativa e alcance os objetivos da companhia.
"Da relação entre os chefes e empregados depende o sucesso de uma companhia", concluiu Catalina Aldana.
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